Casos Clínicos
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há 4 meses·
Case Clínico
Dor em ombros há 1 ano e meio
Mulher, 48 anos.
Queixa-se de dor em região de trapézios, ombros, região dorsal e nuca, com início há aproximadamente 1 ano e meio.
Dor do tipo cansaço , sensação de peso. Não sente choques ou parestesias.
Já foi diagnosticada com fibromialgia por outros médicos.
História clínica:
• Nega dor em outros segmentos do corpo.
• Sono não reparador, acorda cansada.
• Sobrepeso.
• Suspendeu o Pilates (fazia 2x na semana) porque referia piora da dor.
Tratamentos já realizados:
• Pregabalina, duloxetina e nortriptilina → interrompeu por sonolência importante ou efeitos adversos mesmo em doses baixas
• Dipirona não melhora a sua dor
• Cannabis medicinal → mesmo com 2 gotas apresentou muito sono.
• Acupuntura → sem benefício.
• Ondas de choque em musculatura trapézio e romboides → melhora aproximada de 40%.
• Mesoterapia e infiltração miofascial (nervo acessório, nervo dorsal da escapula, esp toracico, occipitais→ melhora importante na hora, porém retorno da dor em 3-4 dias
Exame físico:
• Pontos gatilho em musculatura cervical e cintura escapular.
• Sem sinais de comprometimento radicular ou trajeto neural.
Exames:
• Ultrassonografia de ombros sem alterações.
• Exames laboratoriais sem alterações relevantes.
• Em reposição hormonal para menopausa precoce e acompanhamento com endocrinologista, incluindo suplementação com vários ativos para dor crônica .
💬 Como vocês conduziriam esse caso a partir daqui?
• Qual seria a principal hipótese diagnóstica?
• Solicitaria algum exame complementar?
• Mudaria a estratégia medicamentosa?
• Investiria em alguma abordagem não farmacológica ou intervencionista?
Curtido por Samy Zenun
há 5 meses·
Case Clínico
Cefaleia ha 30 anos
Paciente feminina, 55 anos, com antecedentes de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e doença renal crônica.
Refere cefaleia holocraniana diária há aproximadamente 30 anos, de intensidade variável, as vezes na região frontal, com náuseas associadas, com importante impacto funcional e piora progressiva nos últimos anos.
Encontra-se em uso contínuo de pregabalina, sem benefício significativo sobre a cefaleia.
História de múltiplas tentativas terapêuticas prévias, incluindo:
• Diversos tratamentos preventivos para enxaqueca;
• Uso de anticorpo monoclonal anti-CGRP (Ajovy)
• Aplicação de toxina botulínica tipo A;
• Bloqueios anestésicos periféricos;
• Diferentes classes de analgésicos e adjuvantes.
Já fez acupuntura também sem melhora.
Apesar das intervenções, não apresentou melhora clínica relevante.
Atualmente faz uso frequente de triptanos e outros analgésicos, caracterizando provável abuso de medicação aguda para cefaleia.
Ao exame neurológico, não apresenta déficits focais. Exame físico geral sem alterações relevantes além das comorbidades previamente conhecidas.
Qual nova estratégia você tentaria?
#Cefaleia#Enxaqueca#Dor Crônica
há 5 meses·
Case Clínico
Dor no medial no pé
Paciente masculino, 29 anos, sobrepeso, com dor plantar embaixo do hálux associada à dor em face medial do pé.
USG:
Lesao do ligamento talofibular anterior
Já realizou:
• uso de AINEs,
• sessões de ondas de choque,
• fisioterapia
Em uso de Ciclobenzaprina e dipirona (diz que não melhora).
mas sem melhora significativa até o momento.
👉 Quais diagnósticos diferenciais vocês mais considerariam nesse caso?
👉 Continuariam insistindo em ondas de choque ou focariam mais na correção biomecânica/palmilha?
há 6 meses·
Case Clínico
Caso Clinico
Paciente com dor crônica em região torácica/infraescapular (zona do sutiã), com componente em faixa à esquerda, evolução insidiosa e progressiva.
Dor constritiva/espasmódica, sem irradiação para membros, sem sintomas neurológicos ou constitucionais.
Piora com atividades leves/moderadas e quando fica sem exercício e sentada por muito tempo (médica) ; melhora com alongamento/mobilidade.
Piora importante após taping (bandagem funcional) pelo fisioterapeuta.
Exame: pontos gatilho em trapézio/romboide, dor paravertebral torácica, sem déficit neurológico.
RM prévia sem alterações relevantes (sem compressão/lesão estrutural).
Já realizou:
- Ondas de choque → boa melhora
- Bloqueio nervo dorsal escapular → mínimo e transitório
Hipóteses:
- Síndrome dolorosa miofascial torácica
- Dor nociplástica (sensibilização central)
- ? componente neuropático (padrão em faixa, mas sem achados objetivos)
Discussão:
1) Considerariam isso mais nociplástico vs neuropático?
2) Já indicariam modulador central (ex: duloxetina), está em uso de pregabalina 150mg/dia.
3) Ainda veem papel para bloqueios?
Obrigado!
#dor crônica
há 6 meses·
Case Clínico
Case: Síndrome de dor regional complexa tipo I após fratura de punho
Apresento um case interessante de SDRC tipo I em paciente de 32 anos, masculino, após fratura de rádio distal. Após 3 meses da lesão inicial, evoluiu com alodinia, hiperalgesia e alterações autonômicas no membro superior direito. Realizamos bloqueio do gânglio estrelado com boa resposta. Gostaria de discutir o manejo e critérios de Budapest.
#SDRC#bloqueio
Curtido por Bruno Carone
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Como funciona
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