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Casos Clínicos

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Bárbara Pimenta
Bárbara Pimenta
EspecialistaMembro Ativo
há 4 meses·
Case Clínico

Dor em ombros há 1 ano e meio

Mulher, 48 anos. Queixa-se de dor em região de trapézios, ombros, região dorsal e nuca, com início há aproximadamente 1 ano e meio. Dor do tipo cansaço , sensação de peso. Não sente choques ou parestesias. Já foi diagnosticada com fibromialgia por outros médicos. História clínica: • Nega dor em outros segmentos do corpo. • Sono não reparador, acorda cansada. • Sobrepeso. • Suspendeu o Pilates (fazia 2x na semana) porque referia piora da dor. Tratamentos já realizados: • Pregabalina, duloxetina e nortriptilina → interrompeu por sonolência importante ou efeitos adversos mesmo em doses baixas • Dipirona não melhora a sua dor • Cannabis medicinal → mesmo com 2 gotas apresentou muito sono. • Acupuntura → sem benefício. • Ondas de choque em musculatura trapézio e romboides → melhora aproximada de 40%. • Mesoterapia e infiltração miofascial (nervo acessório, nervo dorsal da escapula, esp toracico, occipitais→ melhora importante na hora, porém retorno da dor em 3-4 dias Exame físico: • Pontos gatilho em musculatura cervical e cintura escapular. • Sem sinais de comprometimento radicular ou trajeto neural. Exames: • Ultrassonografia de ombros sem alterações. • Exames laboratoriais sem alterações relevantes. • Em reposição hormonal para menopausa precoce e acompanhamento com endocrinologista, incluindo suplementação com vários ativos para dor crônica . 💬 Como vocês conduziriam esse caso a partir daqui? • Qual seria a principal hipótese diagnóstica? • Solicitaria algum exame complementar? • Mudaria a estratégia medicamentosa? • Investiria em alguma abordagem não farmacológica ou intervencionista?
Curtido por Samy Zenun
Bárbara Pimenta
Bárbara Pimenta
EspecialistaMembro Ativo
há 5 meses·
Case Clínico

Cefaleia ha 30 anos

Paciente feminina, 55 anos, com antecedentes de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e doença renal crônica. Refere cefaleia holocraniana diária há aproximadamente 30 anos, de intensidade variável, as vezes na região frontal, com náuseas associadas, com importante impacto funcional e piora progressiva nos últimos anos. Encontra-se em uso contínuo de pregabalina, sem benefício significativo sobre a cefaleia. História de múltiplas tentativas terapêuticas prévias, incluindo: • Diversos tratamentos preventivos para enxaqueca; • Uso de anticorpo monoclonal anti-CGRP (Ajovy) • Aplicação de toxina botulínica tipo A; • Bloqueios anestésicos periféricos; • Diferentes classes de analgésicos e adjuvantes. Já fez acupuntura também sem melhora. Apesar das intervenções, não apresentou melhora clínica relevante. Atualmente faz uso frequente de triptanos e outros analgésicos, caracterizando provável abuso de medicação aguda para cefaleia. Ao exame neurológico, não apresenta déficits focais. Exame físico geral sem alterações relevantes além das comorbidades previamente conhecidas. Qual nova estratégia você tentaria?
#Cefaleia#Enxaqueca#Dor Crônica
Curtido por Affonso Chiamenti Bauer e outras
drabarbarapimenta
drabarbarapimenta
EspecialistaMembro Ativo
há 5 meses·
Case Clínico

Dor no medial no pé

Paciente masculino, 29 anos, sobrepeso, com dor plantar embaixo do hálux associada à dor em face medial do pé. USG: Lesao do ligamento talofibular anterior Já realizou: • uso de AINEs, • sessões de ondas de choque, • fisioterapia Em uso de Ciclobenzaprina e dipirona (diz que não melhora). mas sem melhora significativa até o momento. 👉 Quais diagnósticos diferenciais vocês mais considerariam nesse caso? 👉 Continuariam insistindo em ondas de choque ou focariam mais na correção biomecânica/palmilha?
Curtido por Bruno Carone e outras
Bárbara Pimenta
Bárbara Pimenta
EspecialistaMembro Ativo
há 6 meses·
Case Clínico

Caso Clinico

Paciente com dor crônica em região torácica/infraescapular (zona do sutiã), com componente em faixa à esquerda, evolução insidiosa e progressiva. Dor constritiva/espasmódica, sem irradiação para membros, sem sintomas neurológicos ou constitucionais. Piora com atividades leves/moderadas e quando fica sem exercício e sentada por muito tempo (médica) ; melhora com alongamento/mobilidade. Piora importante após taping (bandagem funcional) pelo fisioterapeuta. Exame: pontos gatilho em trapézio/romboide, dor paravertebral torácica, sem déficit neurológico. RM prévia sem alterações relevantes (sem compressão/lesão estrutural). Já realizou: - Ondas de choque → boa melhora - Bloqueio nervo dorsal escapular → mínimo e transitório Hipóteses: - Síndrome dolorosa miofascial torácica - Dor nociplástica (sensibilização central) - ? componente neuropático (padrão em faixa, mas sem achados objetivos) Discussão: 1) Considerariam isso mais nociplástico vs neuropático? 2) Já indicariam modulador central (ex: duloxetina), está em uso de pregabalina 150mg/dia. 3) Ainda veem papel para bloqueios? Obrigado!
#dor crônica
Curtido por Pedro da Paz e outras
há 6 meses·
Case Clínico

Case: Síndrome de dor regional complexa tipo I após fratura de punho

Apresento um case interessante de SDRC tipo I em paciente de 32 anos, masculino, após fratura de rádio distal. Após 3 meses da lesão inicial, evoluiu com alodinia, hiperalgesia e alterações autonômicas no membro superior direito. Realizamos bloqueio do gânglio estrelado com boa resposta. Gostaria de discutir o manejo e critérios de Budapest.
#SDRC#bloqueio
Curtido por Bruno Carone

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